Tudo tem o seu tempo.

Posted on : 29-06-2010 | By : edson | In : A Coluna de Joás da Cruz

joás cruz

A humanidade vive em constante conflito por causa do desejo de que seus desejos se tornem realidade, se não instantaneamente, mas em curtíssimo espaço de tempo.

Assim, o homem recorre aos mais variados meios para que sejam supridas as suas necessidades ou até mesmo as suas vaidades, estas últimas, as que causam maior angústia, quando não saciadas no tempo que cada um determina para realização dos seus anseios próprios.

Sabemos que não é apenas a nossa vontade que determina o andamento das nossas vidas, pois existe uma força universal nos regendo, precisa e equilibradamente, para que ninguém cresça o ego de forma tamanha que não possa suportar a si mesmo no futuro.

“…vi debaixo do sol que não é dos ligeiros a carreira, nem dos valentes, a peleja, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes o favor, mas que o tempo e a sorte pertencem a todos”. (Eclesiastes 9:11)

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu: (…) tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; (…) tempo de chorar e tempo de rir; (…) tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; (…) tempo de buscar e tempo de perder; (…) tempo de estar calado e tempo de falar; (Eclesiastes 3:1-7)

Não importa o quanto você se esforce, aja com retidão e inteligência, corra, seja forte e corajoso, aquilo que você almeja vai chegar, mas não no seu tempo, e sim no tempo de Deus.

Tenha fé, seja feliz.

Em construção….

Posted on : 02-05-2010 | By : edson | In : A Coluna de Joás da Cruz, Personalidades

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Joás Cruz de Medeiros

Não sou daquelas personalidades cujas palavras não se discute. Tampouco daquelas pessoas cujas premissas deixam boquiabertos os que não se deram ao trabalho de ler os grandes homens, desde os ateus até os que falaram em nome de Deus.

O cérebro humano é o mais perfeito sistema que existe. Isso não sou eu que digo, pois muitos o sabem. Mas cito essa afirmativa para abrir outra, a de que muito do conhecimento que não veio de uma direta inspiração divina foi alcançado em curtos espaços de tempo, quando as mentes brilhantes processaram informação adquirida em semanas, meses, talvez anos e décadas de trabalho, estudo e pesquisa. O velho cérebro consegue fazer o que chamo aqui de derramamento, comparando com um copo que é cheio de água e de repente transborda, molhando a superfície onde se encontra. Confuso? Talvez. Digamos que haja na superfície alguma mensagem oculta que só se mostrará se molhada. Então, o trabalho demorado de encher o copo foi necessário para que, num instante, a queda da água mostrasse o real intuito daquele trabalho, o verdadeiro objetivo que estava oculto e que, ao mostrar-se, recompensa o sujeito ativo da descoberta.